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Especial de março: 8 mulheres inovadoras que inspiram a sociedade

Com contribuições na saúde, política, educação e evolução da sociedade, os trabalhos dessas mulheres são marcos importantes. Conheça um pouco mais sobre elas.

O mês de março tem um significado muito intenso no sentido de relembrar a luta feminina por direitos e melhores condições de trabalho. O dia 8 de março marca uma homenagem a uma série de conquistas sociais, políticas e econômicas alcançadas por movimentos de mulheres, com marco em destaque para o final do século XIX, em que as mulheres se mobilizaram com mais veemência para exigir melhorias nas condições de trabalho principalmente na Europa e nos Estados Unidos. Para enfatizar a importância feminina em diversos setores da sociedade, trazemos hoje uma lista com apenas alguns nomes de mulheres inovadoras, sendo algumas da atualidade e outras revolucionárias no período em que viveram.

Tendo em vista as transformações mundiais pelas quais estamos passando em decorrência da pandemia de Covid-19, nada mais justo do que dar destaque a mulheres que estão sendo referência no combate ao coronavírus. Vale lembrar que as mulheres representam 70% da força de trabalho em serviços sociais e de saúde ao redor do mundo. Pesquisa feita pelo Fórum Econômico Mundial e pelo think tank Center for Economic Policy Research em 2020 mostrou que países liderados por mulheres tiveram resultados melhores no combate à Covid.  

Dito isso, vamos à lista de mulheres que são referência em inovação e contribuição para o bem da sociedade. 

Jacinda Ardern: primeira-ministra no comando da Nova Zelândia, é a segunda líder mais jovem na história do país. Destacou-se por agir muito rapidamente logo no início da pandemia. Fechou as fronteiras do país, investiu na criação de um forte programa de rastreamento de infectados e em uma comunicação muito sólida com a população do país. Com sua postura, conseguiu um controle muito mais rigoroso em relação ao vírus, em comparação a outros países. Na Nova Zelândia, foram 2.350 casos de Covid-19 e 26 óbitos pela doença ao longo do ano passado. 

Ester Sabino: coordenadora de um grupo de pesquisadoras da USP que logo no início da pandemia desvendou o sequenciamento genético do coronavírus em 48 horas, tempo recorde. Importante destacar que o feito foi realizado justamente durante uma forte crise política no país que tem provocado cortes nos investimentos direcionados à pesquisa científica. 

Jaqueline Goes de Jesus: a pesquisadora também é uma das lideranças dentro da pesquisa coordenada por Sabino e também integra a Equipe Halo, uma iniciativa que envolve pesquisadores do mundo todo em uma frente para informar a sociedade sobre a importância da ciência. As redes sociais são os métodos mais utilizados para transmitir as mensagens, justamente com o foco em atingir as gerações mais conectadas. Seu trabalho tem sido fundamental no combate às fake news e na luta em favor da ciência. 

Nísia Trindade de Lima: ocupando o cargo de presidência da Fiocruz, ela está no comando do maior desafio na história da instituição: o desenvolvimento da vacina contra o Covid-19 em parceria com a Oxford e a AstraZeneca. 

Natalia Pasternak e Margareth Dalcolmo: a microbiologista e a pneumologista também têm sido referência no combate às fake news sobre o vírus e muito presentes na mídia para passar informações e esclarecimentos a respeito da doença. Dalcolmo, inclusive, também faz parte da equipe de pesquisadores da Fiocruz. 

Joana Félix: com uma trajetória de origens humildes e de muita luta para concluir seus estudos, a professora e cientista desenvolveu verdadeira paixão pelos livros desde cedo e em 2014 venceu o Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia. Sua pesquisa trabalha com o uso de pele suína para produção de pele humana artificial com 100% de compatibilidade. O feito merece destaque, mas é importante também dar os devidos créditos aos seus 80 prêmios conquistados junto com os alunos da Escola Técnica Professor Carmelino Corrêa Júnior, em Franca (SP), em uma programa criado para diminuir a evasão escolar. 

Nísia Floresta Augusta: a poeta, escritora e educadora viveu entre 1810 e 1885 e foi uma das pioneiras no movimento feminista no Brasil. Em seu tempo, foi uma árdua defensora do direito feminino ao acesso ao conhecimento científico e se destacou por abrir uma escola para garotas. 

Margaret Heafield: seu nome se destaca entre um dos grandes marcos na história da humanidade, que foi a missão espacial da Nasa que levou o homem à lua pela primeira vez, no final da década de 1960. A norte-americana ocupou o posto de diretora de programação dos projetos Apollo e é uma cientista renomada e muito respeitada por toda a comunidade científica mundial. Ela também tem participação em outros projetos grandiosos, foi a partir dela que surgiu o termo engenharia de software, suas contribuições são enormes para a evolução dos sistemas de computação. 

Aqui destacamos apenas alguns nomes, existem inúmeras outras mulheres que deram contribuições de peso para a ciência, inovação e evolução da sociedade que não citamos aqui. Em todo caso, nosso ponto é homenagear aqui a força feminina em todos os setores da sociedade, visando a construção de um mundo melhor e mais desenvolvido. 

E você, quais mulheres homenagearia no mês de março? Conta para a gente nos comentários! 

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