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Employee experience para mães: o que as empresas estão fazendo para reter esses talentos em tempos de home office?

Não adianta glamourizar a rotina em casa, as mães enfrentam desafios árduos para conciliar maternidade e trabalho. É urgente que as empresas pensem mais sobre isso. 

A adaptação ao trabalho em modelo de home office tem sido um grande desafio para muitas pessoas, especialmente aquelas que ainda não tinham familiaridade com esse formato antes da pandemia de Covid-19. Esse desafio certamente é ampliado quando falamos em funcionárias que são mães, daí a necessidade de falarmos novamente em employee experience, desta vez com foco inteiramente neste nicho de profissionais. 

O employee experience compreende a uma gama de ações, valores e posturas por parte  de uma companhia voltadas para valorizar a experiência que o sujeito tem como funcionário. Essa forma de conduta tem peso fundamental na forma como esse funcionário avalia os passos que deseja tomar profissionalmente. Em outras palavras, assim como nos focamos em criar experiências relevantes para clientes, as empresas também devem refletir sobre o tipo de experiência que estão criando para os próprios empregados. 

Antes de abrir a discussão, é válido destacar que medidas eficientes para melhorar a qualidade de trabalho em home office devem permanecer em pauta mesmo após o término da quarentena, tendo em vista que medidas de distanciamento social deverão continuar sendo adotadas e muitas empresas vão optar por manter o modelo trabalho em home office também como forma de reduzir custos neste momento de transformações profundas. 

Como fica a empatia das empresas com as mães? 

Como já dissemos em outro momento, a diferença primordial entre as palavras simpatia e empatia é a seguinte: somos simpáticos quando fazemos para o outro aquilo que gostaríamos que fizessem para nós. Por outro lado, somos empáticos quando de fato nos colocamos no lugar da outra pessoa para entender as reais necessidades dela. 

Neste sentido, ainda há um longo caminho a ser percorrido pelas empresas na prática da empatia com funcionárias que são mães – e a necessidade de colocar boas práticas em ação se torna ainda mais urgente com o contexto que surgiu com a pandemia. Em que medida a empresa tem se mostrado flexível com a rotina das mães? Quais as medidas estão sendo adotadas para facilitar que elas adaptem a rotina em trabalho full time home office e com filhos em casa? Que tipo de diretrizes estão sendo adotadas para que elas se sintam seguras e confiantes durante um período tão cheio de incertezas? 

Em entrevista recente ao Meio & Mensagem, a diretora executiva de criação da Africa, Sophie Schonburg, contou um pouco da experiência pessoal, em que o momento pede ainda mais dedicação aos clientes e, ao mesmo tempo, há a realidade dos filhos presentes em casa durante todo o tempo, com aulas online. Com muitos ajustes, ela conta na entrevista que conseguiu encontrar uma forma de organizar a agenda. A realidade dela é um espelho de muitas outras mães, que ficam duplamente preocupadas em manter a produtividade e também ficar de olho na formas como os filhos estão ocupando o tempo. 

Nos últimos dias, viralizou um vídeo em que a norte-americana Katie Stevens mostra por duas horas a quantidade de interrupções em seu dia de trabalho durante o home office com os três filhos em casa. 

Não é hora de reforçar o estereótipo da “mãe guerreira” 

Sabemos que as mães se desdobram em trabalho para conciliar maternidade e produtividade, mas simplesmente enaltecer a fibra que elas desenvolvem na rotina não é nada empático. De nada adianta reconhecer o quanto elas são guerreiras, mas manter os braços cruzados na hora de pensar em medidas que reduzam os impactos dessa rotina árdua. 

É papel das empresas pensar em políticas de flexibilização e ajustes que podem fazer toda a diferença no bem-estar das mães. Para o home office, de uma maneira geral, algumas empresas têm aplicado algumas medidas de estímulo aos funcionários, como oferecer aulas online de yoga, conversas com psicólogos, trocas de experiências entre pessoas com realidades distintas, entre outras atividades. 

Um passo adiante seria pensar em medidas de bem-estar focadas especificamente para a realidade das mães. Pensar em medidas de cooperação, atividades que possam ser estendidas aos filhos em casa, alinhamento da rotina de trabalho de um modo mais flexível para elas, entre outras possibilidades. 

Hoje, as empresas de fato focadas em criar grandes experiências para seus clientes devem se atentar também para o valor dessa experiência para os próprios funcionários. Reter talentos representa um enorme diferencial para as empresas, não só em termos de resultados, mas também de construção de cultura e valores. 

O que sua empresa tem feito para estimular e auxiliar profissionais que também são mães? Vamos pensar juntos em desenhos de estratégias que abranjam o bem-estar dessas profissionais?
Entre em contato com a nossa equipe pelo email contato@improve.business, será um prazer construir novos caminhos junto com você!

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